História do Brasil: Ditadura e crescimento ao Brasil
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Fotografias em Brasil |
Getúlio Vargas assumiu a presidência do governo, tornando-se um ditador benevolente nestes 15 anos. Expandiu a indústria brasileira e aumentou as despesas do Estado com a educação, saúde e assistência social. Em 1945, o exército forçou-o a demitir-se e o general Eurico Gaspar Dutra tornou-se presidente. Em 1951 Vargas regressou ao poder tendo sido eleito presidente depois de uma governação pouco arrojada de Dutra. Foi destituído do cargo, sob pressão militar, e suicidou-se em 1954. Vargas foi sucedido por Juscelino Kubitschek que seguiu um política de desenvolvimento económico aliada a um forte nacionalismo. Levou o país a um crescimento sem precedentes, que culminou com a construção da nova capital, Brasília. |
Ditadura ao Brasil |
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Durante as décadas de 1960 e de 1970 atingiram-se altos níveis de crescimento económico apesar das consecutivas ditaduras militares. Em 1961, Jânio Quadros tornou-se presidente mas demitiu-se logo a seguir, após ter estado sete meses no poder. Foi sucedido pelo vice-presidente João Goulart. O exército, suspeitando de tendências esquerdistas por parte deste último, forçou a restrição dos poderes presidenciais e criou a figura de primeiro-ministro. Um referendo trouxe de volta, em 1963, o sistema presidencialista, com Goulart escolhendo o seu próprio governo. Depois de um sangrento golpe de Estado, em 1964, o general Castelo Branco assumiu os poderes ditatoriais e proibiu todos os agrupamentos políticos, com excepção de dois partidos artificiais, a pró-governamental Aliança Renovadora Nacional (ARENA) e o rival Partido do Movimento Brasileiro Democrático. |
Vargas |
Em 1967, Branco nomeou o marechal da Costa e Silva como seu sucessor e foi adoptada uma nova constituição. Em 1969, Costa e Silva demitiu-se por razões de saúde e uma junta militar tomou conta do poder. Em 1974, o general Ernesto Geisel tornou-se presidente. Anunciou, em 1977, o início de um programa de liberalização gradual que permitiu a amnistia dos presos políticos. Foi sucedido, em 1978, pelo general Baptista Figueiredo e em 1979 foi levantada a proibição aos partidos de oposição. |
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