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A população libanesa
Fotografias em Libano

É um dos países mais densamente povoados dos Estados árabes. Tinha, em 2006, cerca de 3 874 050 habitantes, o que correspondia a uma densidade de aproximadamente 367,88 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 18,52%o e 6,21%o.

A esperança média de vida é de 72,88 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,752 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,737 (2001). Estima-se que, em 2025, a população seja de 4 565 000 habitantes. As maiores etnias do país são: árabe (95%), arménia (4%) e outros (1%). Há uma enorme divisão religiosa no país: muçulmanos xiitas (34%), muçulmanos sunitas (21%), cristãos maronitas (19%), cristãos ortodoxos (12%) e drusos (7%). A língua oficial é o árabe, embora muitas pessoas falem o inglês e o francês.

Em 2008, a população libanesa era considerada à 3,97 milhões de habitantes, ou seja uma densidade média de 388 habitantes ao Km ². Para 2008 a taxa de crescimento da população cria-se à 1,1 p. 100; o índice médio de fecundidade era de cerca de 1,9 criança por mulher, mas os números variam muito de acordo com as comunidades.

A parte os menos de 14 anos na população total é considerada à 26 p. 100, a dos indivíduos idosos de 65 anos e mais, à 7,1 p. 100. A esperança média de vida é de 73 anos.

Os dados calculados relativos à população devem manipular-se com muitas precauções: o último recenseamento sobe com efeito à 1932, na época do mandato francês. É com base nos resultados deste recenseamento que foi efetuada a divisão do poder entre as diferentes comunidades em 1943 e que foram distribuídos os postos na função pública. A distorção crescente, ao fio das décadas, entre a realidade demográfica e a distribuição dos papéis no sistema político é um dos fatores fundamentais do conflito libanês.

Cidade do Libano
Cidade do Libano. Encarta

O predomínio atribuído às comunidades cristão maronite (que detem, desde 1943, a presidência da República) e muçulmana sunnite (que detem o posto de Primeiro ministro) não correspondia mais à composição da população libanesa em a qual os muçulmanos chiitas conheciam mais forte o crescimento demográfico.

A parte das diferentes comunidades reside desconhecida e pronta à estimativas muito diversas. As origens do povo libanês são igualmente objecto de debates. Maronites afirmam assim uma filiação direta com Phéniciens da Antiguidade, as comunidades muçulmanas que afirmam, quanto a elas, a sua identidade árabe. De acordo com estimativas que datam de 1993, para além da maioria de Libanês, o território protegeria 12 p. 100 de Palestinos, 5 p. 100 de Arménios e uma minoria de Sírios e de Curdos.

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